A libertinagem da imprensa


Ricardo Kohn, Aprendiz de Filósofo.

Após os resultados das eleições de 2018, com a vitória popular a favor do livre mercado, observo que a imprensa poderosa – aquela financiada por propagandas do governo e de suas estatais –, perdeu a noção do que significou este notável sufrágio. Sobretudo, após esta mesma imprensa ter recebido polpudos proveitos econômicos durante os 14 anos do “desgovernode quadrilheiros. Decerto, sentiu-se ameaçada em ter seus contratos suspensos. Saliento que, nesse mesmo período, a sociedade brasileira esteve submissa à devassidão governamental, a qual lhe foi imposta por uma longa série de corrupções ditatoriais, embora fantasiadas de “atos democráticos”.

No entanto, em fins de 2018, o povo acordou e, pelo voto livre, rompeu os grilhões da “grande patranha” que, desde de 2003, o acorrentava. Hoje, segundo pesquisa CNI/Ibope, 75% da população acredita que o presidente eleito – deputado Jair Bolsonaro – encontra-se no caminho certo para governar o país. Aliás, sem contar com campanhas de marketing, o “Capitão Bolsonaro” tornou-se mito para o povo brasileiro. Porém, mitos não podem ser criados; todos sabemos as consequências nefastas proporcionadas pelas ações de “mitos do passado recente“. Contudo, Bolsonaro tem afirmado que não é um mito, muito menos infalível; que poderá errar no curso de seu governo, mas que, neste caso, retomará o caminho correto pelo trabalho técnico de sua equipe ministerial.

A ser assim, a priori não tenho fatos para desacreditar de seu discurso. Ao contrário, como brasileiro decente é meu dever apostar no sucesso desta empreitada. Afinal, antes de ser eleito, superou diversas situações críticas. Dentre elas, uma facada no ventre disferida por um “assassino encomendado”, afora o sistemático bombardeio da “grande imprensa” – notícias, artigos, editoriais e, sobretudo entrevistas, quando jornalistas, de forma asquerosa, babavam seu ódio por Jair Bolsonaro. Chamo a isso “libertinagem da imprensa”, pela leviandade das empresas de comunicação onde trabalham seus jornalistas amestrados.

Diretor do Circo de Pulgas

Acredito que exista um propósito (monetário) para essa guerra gratuita que foi aberta contra Bolsonaro. Caso seja verdade, apostaram em cavalos mancos! Dentro de 10 dias, restará a essas empresas a opção de quitar as contas que penduraram pelos botecos do governo federal – BNDES, Caixa e outros bancos estatais. Do contrário, poderão se tornar Circo de Pulgas ou, talvez, Circo de Profetas. De toda forma, senhores escroques, desejo-lhes plim-plim…