E os combates se intensificam


Não é necessário saber quais foram as causas objetivas, mas o fato é que indígenas, pintados para a guerra e armados de lanças, porretes e arco e flecha, atacaram a capital federal. Tudo leva a crer que os alvos principais estavam na Praça dos Três Poderes. Ocorreu um conflito violento, com pelo menos um policial flechado pelo “Exército da Selva”.

Indígenas invadem e atacam Brasília

Indígenas invadem e atacam Brasília

Outro combate que recomeça, agora travestido por nova tática, é contra a imprensa livre. Dizem que não vão mais tentar a censura prévia do conteúdo publicado em veículos da mídia em geral. Porém, uma facção de fantoches do PT deseja retirar todas as publicidades do Estado transmitidas por veículos que ousem falar contra as decisões do partido. Trata-se de apertar o torniquete econômico, até sangrar e quebrar a imprensa livre. Bastante temerário.

No encontro nacional do PT, realizado no início deste mês, foram estabelecidas sete diretrizes para o futuro governo. São de arrepiar os cabelos de qualquer ser civilizado. A imprensa livre está produzindo matérias acerca do evento. Destaca as diretrizes de “menos liberalismo econômico”, de “aproximação com a esquerda sul-americana” e, acreditem, de “implantar o socialismo” no Brasil!

O interessado em conhecer mais detalhes, clique no link site do PT. É uma leitura patética em termos da “democracia autoritária” que querem implantar, seja qual for o risco de explosão.

Faz tempo que há um embate sério acerca dos 39 ministérios nacionais, todos de propriedade particular do presidente do Executivo. Por que tantos ministros e qual o motivo da reles qualidade de suas atuações? Para que servem pastas tal como Integração Nacional, Combate à Fome, Cidades, Turismo, Pesca, Previdência Social, Esporte, Direitos Humanos, Comunicação e Trabalho? Qual país do mundo possui uma máquina pública tão grande e inútil?

E o que é mais grave neste embate, caso um membro do partido seja eleito, é a ameaça de que façam o backup de ministérios, duplicando o número de chefes ministeriais desqualificados e suas respectivas quadrilhas. Seria como colocar o Brasil em uma torradeira, com fogo no máximo. Similar a um destruidor Brazil Warming

Entretanto, o mais importante é como a sociedade civil brasileira deve proceder para vencer a todos os embates em andamento. Decerto não será invadindo e atacando Brasília, muito menos com lanças, bordunas e flechas.

No curto prazo, a única defesa que se tem é o voto bem pensado. Não importa se o candidato seja de esquerda ou de direita, basta que seja sensato e possua experiência bem sucedida e notória em governança pública.

Por outro lado, não pode ser radical na forma de atuar, dado que precisa ser muito atento e ponderado. Por fim, e sobretudo, sob nenhuma hipótese pode ter quaisquer vínculos políticos ou programáticos com gente do partido que colocou o Brasil na torradeira.