Tática de resposta


“Usar somente em caso de guerra”

Tem-se o seguinte cenário de conflito bélico: um destacamento de doze soldados possui a missão de entrar e controlar um povoado, perdido no meio nada, num país que está a ser invadido por grupos terroristas. Sem saber de onde e como, o destacamento é atacado pelo inimigo, que usa artilharia pesada. A operação básica e imprescindível é como responder a esta ocorrência no campo de batalha.

Estrategistas de superpotências bélicas afirmam que a resposta a ataques terroristas precisa ser bastante intensa e severa. Algo como, ao receber um tiro, responder com 10 milhões de tiros instantâneos. Essa tática visa a silenciar o inimigo e recuperar o domínio do terreno, de forma a que o destacamento siga com sua missão programada. Assim, o inimigo e seu poder de fogo precisam ser totalmente destruídos, sem que reste pedra sobre pedra, sem sobrar alma viva no lugar.

Terroristas

O quadro urbano da paz

Embora esse cenário ocorra muito e amiúde em pleno século 21, sem entrar no mérito de quem possui a razão, trata-se de brutal agressão ao futuro da humanidade. Ainda que sem guerras conflagradas, algo muito próximo deste cenário repete-se diariamente em várias metrópoles brasileiras.

A mídia (nacional e internacional) se encarrega de narrar e mostrar esses fatos, dia após dia. Mas muitas vezes não deixa claro que são ações de criminosos específicos, os quais ainda constituem parcela menos significativa da sociedade brasileira.

É claro que a motivação das quadrilhas de criminosos é outra, pois baseia-se no tráfico de drogas em escala internacional. No entanto, tal qual os terroristas acima, os alvos finais das quadrilhas são basicamente os mesmos: o poder de comandarem um Estado Terrorista e, em consequência, o dinheiro que arrecadam com o uso da força – venda massiva de drogas, assalto a bancos, execuções sumárias, etc.

As iniciativas de controlar as quadrilhas de criminosos não redundam em benefícios para a sociedade. São incontroláveis. Há quem acredite que a solução seja trata-las tal como aos terroristas: “fuzilaria pesada e incineração do que restar!”Dizem que essa talvez seja a melhor tática de resposta.

O quadro da paz política

O país encontra-se numa situação política muito delicada, sobretudo neste ano de eleições. O comportamento do parlamento é realizado na surdina, dentro de trincheiras camufladas. O alvo da oligarquia instalada é atacar o erário público de surpresa, com artilharia pesada e fogo contínuo. Parecem terroristas radicais, a trajar terno e gravata.

Há mais de 10 anos, a mídia informa os fatos escabrosos que se sucedem. Todavia, poucos são os colunistas que os criticam abertamente e demonstram os estragos que causam na já precária infraestrutura brasileira, por exemplo.

Por sua vez, as três instâncias do executivo atuam de maneira distinta, porém complementar aos interesses da oligarquia. As exceções são raras, raríssimas! Possuem armamentos originais, capazes de enganar a néscios e troianos. Efetuam o fogo cerrado da patranha, uma mistura de doces promessas e infinitas mentiras.

De dentro de trincheiras blindadas, lançam saraivadas de mentiras com equipamentos sofisticados: canhões laser capazes de lançar mentiras em torno do planeta; mísseis a laser, que alojam mentiras concentradas nas áreas de interesse; obuses que explodem mentiras no colo dos opositores (inimigos) e assim por diante.

Para completar esse quadro, como forma de garantir a governança da mentira, o poder executivo infiltra agentes especialistas em todos os órgãos e instituições do Estado Terrorista, que se transformam em aparelhos incompetentes, porém bem dosados na mentira.

Solicita-se que estrategistas das superpotências da patranha sejam contratados para definir qual a melhor tática de resposta. Caso contrário, o povo brasileiro (inimigo) continuará vítima da tática da corrupção instalada.

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