Cuidado com a trolha!


As notícias tenebrosas não param de crescer.

Desde 1º de janeiro até hoje o Impostômetro vai chegar a 925 bilhões de tributos embolsados no Brasil. Resta saber quanto desse total será gasto com o cabide de empregos públicos. Melhor dizendo, com o gigantesco armário de empregos públicos. Por outro lado, o que sobrará para investimentos essenciais demandados pela população.

O déficit da balança comercial brasileira atingiu a 4,98 bilhões de dólares no período jan-jul de 2013. Recorde de estupidez pública desde que esse indicador passou a ser aferido, em 1993, ou seja, 1º lugar absoluto do ranking nos últimos 20 anos do Brasil.

Árvore conhecida como Arranha-Gato

Árvore conhecida como Arranha-Gato ou Torturadora

O Ministro da Fazenda, com uma aparência anêmica, continua a fazer a apologia da mentira, afirmando que “a inflação está totalmente sob controle, como sempre esteve”. No bolso da gente é que não está!

A partir de 14 de agosto próximo, o Supremo Tribunal Federal confirmou que irá julgar os recursos interpostos pelos ratazanas do mensalão. Enquanto isso, eles continuam livres, roendo grades de aço, alguns investidos em cargos públicos e outros fazendo fortunas com seus businesses particulares. A sociedade brasileira corre o grave risco de tê-los fora das cadeias ainda neste ano.

As estatísticas de governo são processos científicos para proceder a tortura implacável de números, com resultados inexoravelmente a favor dos interessados.

Folhas do Arranha-Gato

As folhas torturadoras da Arranha-Gato

Além de manter as antigas e normais bolsas de estudo, o governo federal criou uma série de novas bolsas e programas: Bolsa Família, Bolsa Estiagem, Bolsa Estupro (projeto de lei), e Minha Casa, Minha Vida. A título de contribuição, seguem três bolsas ainda não pensadas: Bolsa Cachaça, Bolsa Preguiça e Bolsa Malandro.

O projeto de lei complementar no 137, de 2004, que está vagando na Câmara do Deputados, determina que, por um período de sete anos, as pessoas físicas deverão limitar suas despesas com consumo pessoal e de sua família ao montante equivalente a dez vezes o valor da renda per capita nacional apurada pelo IBGE (algo em torno de R$ 9 mil). A parcela dos rendimentos que superar esse referido “Limite Máximo de Consumo” será depositada mensalmente a título de empréstimo compulsório, em uma conta especial, denominada “Poupança Fraterna”. Esses recursos serão usados para financiar projetos de interesse social, visando à redução da pobreza. O não cumprimento dessa determinação legal sujeita o infrator à cobrança de multa correspondente a duas vezes o valor retido acrescida de juros de mora. O nome disso é comunismo espinhoso e absolutista, que no entender do Deputado Nazareno Fonteles, PT-Piauí, é uma solução normal. Em tempo, trata-se do filhote de ditador que propôs a PEC 33, a qual submete decisões do STF à votação e referendo do Congresso.

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