Grandes oportunidades de importação…


Claro que, dado o atual tamanho do déficit primário brasileiro, o Brasil tem que exportar muito mesmo. O brado nacional é: temos que exportar, exportar e exportar tudo e algo mais!

Todavia, do ponto de vista do “capitalismo científico dialético, todos têm que estar atentos às novas oportunidades de negócio que se apresentam. E, ao que tudo indica, os setores público e privado brasileiros estão “à caça” de necessidades não atendidas pelo mercado brasileiro, visando a resolve-las.

Os bons gestores organizam e sobrevivem ao desequilíbrio - não temos o autor da foto

Bons gestores organizam e sobrevivem ao desequilíbrio. Mas quem é o autor desta foto para poder credita-lo?

Por incrível que pareça, identificam oportunidades de importação de produtos e serviços, mesmo com o dólar de hoje em alta crescente. Aliás, segundo a “Agência Brasil” e o “G1 Economia”, as despesas em viagens internacionais de brasileiros chegaram no ano passado (2012), à casa dos 22 bilhões de dólares!

Não se trata de um maravilhoso mercado para importar e fazer o otário comprar?

Afinal, em 2009, os brasileiros “das classes sociais menos atendidas” foram incitados a comprar crédito público e gastar em geladeiras, televisões, celulares, computadores e até automóveis. E o crescimento do PIB foi a 7%. No entanto, logo depois, em 2012, teve-se uma elevada taxa de inadimplência e um “pibizinho” que cresceu próximo de 1%. Que bela herança, conjugada com a excelente inadimplência da atual gestão pública nacional.

Porém, num acesso de cara-de-pau pública, o mercado de consumo brasileiro vem sendo vendido ao mundo como “altamente comprador”. Decerto, um alto comprador de “papagaios”, sem meios de pagar. Na verdade, os que podem pagar formam um mercado de 25 holdings e, no máximo, exagerando, 2 milhões de consumidores. Pare e pense, vive-se num país com quase 200 milhões de habitantes, onde apenas 1% tem condições de pagar as faturas. Mas esse assunto fica para outro artigo.

Importações do setor público

Como todos devem saber, importar empresas, produtos, serviços empacotados, etc são atos com resultados bem menos significativos do que importar talentos. Aliás, o Brasil é pleno de talentos em inúmeras áreas acadêmicas, científicas e técnicas. Tanto que os deixa serem “exportados” para diversos países, com elevadíssimas perdas para a nossa evolução tecnológica e o incremento de qualidade produtiva dela decorrente. Da perda de produtividade, nem se fala.

No entanto, o governo está propondo “importar 6 mil talentos da medicina cubana”, muitos deles brasileiros, indicados pelo Movimento dos Sem Terra, que cursaram em Cuba, às custas de nossos tributos, três anos de Pseudo-Medicina.

Agora, por motivos ainda não publicamente declinados, dizem que também importarão médicos espanhóis e lusitanos. Porém, não dizem quantos. Serão 18 mil no total? Quem fez os cálculos desta demanda? Com base em que diagnóstico da saúde brasileira?

Importações do setor privado

Diante do cenário de governo anárquico-político em que se vive, têm-se algumas dicas para a importação de talentos, com suas finalidades, desde que se tenha um estadista como gestor público:

  • Importar chefs de cozinha do primeiro mundo, tais como o austríaco Dieter Koschina; Christian Bau, da Alemanha; e, sobretudo, Paul Bocuse, de Lyon, France. Todos vão trabalhar como escravos no “PAC da Gastronomia”, visando a alimentar os “clientes preferenciais” do Programa Bolsa-Família;
  • Importar políticos da Suécia para acabar com a corrupção brasileira. Mas com um detalhe: trazer vereadores suecos que trabalham de graça, para colocar na Câmara Federal e no Senado, substituindo todos os atuais parlamentares facínoras, absurdamente remunerados;
  • Importar juízes, policiais e algozes da China (três poderes orientais), para “servir ao Palácio do Planalto” nas ações de execução sumária em praça pública dos condenados do Mensalão e de futuros escândalos;
  • Por fim, importar as migalhas que restam de brasileiros ainda honestos para comandar esse país, não importa aonde vivam – conhece-se alguns que se encontram disponíveis.

P.S.: Sobre a exportação de produtos, devemos continuar tentando enriquecer o país com a soja, mesmo sabendo que é algo bastante limitado. No entanto, em termos de serviços, é essencial realizar outras oportunidades de negócio, tal como exportar para o inferno todos os corruptos do país, ainda que seja a preço de custo! Há vários mercados do mundo que os remuneram como boys e bedéis de luxo.

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