As magníficas bibliotecas europeias


Ricardo Kohn, Escritor.

Publicamos um artigo sobre a belíssima Livraria Lello & Irmão, que enriquece a cidade do Porto há mais de um século. No entanto, as livrarias são distintas das fabulosas bibliotecas, que têm finalidades distintas e, sobretudo, históricas. Apresentamos algumas delas nesta nova publicação. Curtam as maravilhas da evolução da cultura pelos séculos!

Biblioteca da Abadia de Saint-Gallen, Suíça

As Bibliotecas têm o papel de preservar e guardar livros. Sua história possui mais de quatro mil anos, desde a criação dos primeiros pergaminhos e tabletes escritos.

Originalmente nascidas como arquivos em templos da Mesopotâmia, lá eram documentados e guardados os fatos da atividade religiosa, assuntos políticos, econômicos e administrativos do Estado, protegidos por escribas e sacerdotes.

Os documentos foram inicialmente produzidos em escrita cuneiforme, gravados em tabletes de argila, com um apoio incômodo e pesado, o que permitiu a sua preservação.

Biblioteca do Monastério de Wiblingen, Alemanha

Há frases que por sua beleza, sua capacidade de síntese, clareza e firmeza de exposição, vão além da barreira do tempo e conseguem se conectar a outras gerações. Este é o caso das frases a seguir reproduzidas.

 Dentre os diversos instrumentos inventados pelo homem, o mais assombroso é o livro; todos os demais são extensões de seu corpo Somente o livro é uma extensão da imaginação e da memória” – Jorge Luis Borges.

Biblioteca da Abadia de Saint-Florian, Áustria

Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora” – Provérbio Hindu.

Biblioteca do Trinity College de Dublin, Irlanda

Que outros se jactem das páginas que hajam escrito; a mim me enobrecem as que tenho lido” – Jorge Luis Borges.

A leitura de um bom livro é um diálogo incessante em que o livro fala e a alma responde” – André Maurois.

Biblioteca do Senado de Paris, França

“Organizar bibliotecas é realizar de modo silencioso a arte da crítica” – Jorge Luis Borges.

Biblioteca Angélica de Roma, Itália

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